Parashah – CHAYÉ SARAH
Por Moshe Ben Mazal em 28/out/2010 em Parashah
Bênçãos para a Leitura na Torah.
30 de Outubro de 2010 – 22 de “Cheshvan” de 5771.
1° – Benção inicial:
O chamado: Barechú et Adonay hamevorach.
O oficiante: Baruch Adonay hamevorach.
O chamado: Baruch Adonay hamevorach leolám vaéd. Baruch leolám vaéd. Baruch Atá Adonay, Elohénu Mélech haolam, Ashér bachar bánu mikol haamim, venatan lánu et Torató; Baruch Atá Adonay, notén haTorah.
Os presentes: Amem VeAmen!
Benção final:
O chamado: Baruch Atá Adonay, Elohénu Mélech haolám, Ashér natan lánu Torató, Torát emét; vechayé olam natá betochénu; Baruch Atá Adonay, notén há-Torah.
Os presentes: Amem VeAmen!
2° – Estudo Semanal
05.CHAYÉ SARAH – Bereshit (Gn.) 23:1 – 25:18
23
1. Ora, os anos da vida de Sara foram cento e vinte e sete. 2. E morreu Sara em Quiriate-Arba, que é Hebrom, na terra de Canaã; e veio Abraão lamentá-la e chorar por ela: 3. Depois se levantou Abraão de diante do seu morto, e falou aos filhos de Hete, dizendo: 4. Estrangeiro e peregrino sou eu entre vós; dai-me o direito de um lugar de sepultura entre vós, para que eu sepulte o meu morto, removendo-o de diante da minha face. 5. Responderam-lhe os filhos de Hete: 6. Ouve-nos, senhor; príncipe de D-us és tu entre nós; enterra o teu morto na mais escolhida de nossas sepulturas; nenhum de nós te vedará a sua sepultura, para enterrares o teu morto. 7. Então se levantou Abraão e, inclinando-se diante do povo da terra, diante dos filhos de Hete, 8. falou-lhes, dizendo: Se é de vossa vontade que eu sepulte o meu morto de diante de minha face, ouvi-me e intercedei por mim junto a Efrom, filho de Zoar, 9. para que ele me dê a cova de Macpela, que possui no fim do seu campo; que ma dê pelo devido preço em posse de sepulcro no meio de vós. 10. Ora, Efrom estava sentado no meio dos filhos de Hete; e respondeu Efrom, o heteu, a Abraão, aos ouvidos dos filhos de Hete, isto é, de todos os que entravam pela porta da sua cidade, dizendo: 11. Não, meu senhor; ouve-me. O campo te dou, também te dou a cova que nele está; na presença dos filhos do meu povo te dou; sepulta o teu morto. 12. Então Abraão se inclinou diante do povo da terra, 13. e falou a Efrom, aos ouvidos do povo da terra, dizendo: Se te agrada, peço-te que me ouças. Darei o preço do campo; toma-o de mim, e sepultarei ali o meu morto. 14. Respondeu Efrom a Abraão: 15. Meu senhor, ouve-me. Um terreno do valor de quatrocentos siclos de prata! que é isto entre mim e ti? Sepulta, pois, o teu morto. 16. E Abraão ouviu a Efrom, e pesou-lhe a prata de que este tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores. (O 2° é chamado)
17. Assim o campo de Efrom, que estava em Macpela, em frente de Manre, o campo e a cova que nele estava, e todo o arvoredo que havia nele, por todos os seus limites ao redor, se confirmaram 18. a Abraão em possessão na presença dos filhos de Hete, isto é, de todos os que entravam pela porta da sua cidade. 19. Depois sepultou Abraão a Sara sua mulher na cova do campo de Macpela, em frente de Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã. 20. Assim o campo e a cova que nele estava foram confirmados a Abraão pelos filhos de Hete em possessão de sepultura.
24
1. Ora, Abraão era já velho e de idade avançada; e em tudo o Eterno o havia abençoado. 2. E disse Abraão ao seu servo, o mais antigo da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe a tua mão debaixo da minha coxa, 3. para que eu te faça jurar pelo Eterno, D-us do céu e da terra, que não tomarás para meu filho mulher dentre as filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito; 4. mas que irás à minha terra e à minha parentela, e dali tomarás mulher para meu filho Izaque. 5. Perguntou-lhe o servo: Se porventura a mulher não quiser seguir-me a esta terra, farei, então, tornar teu filho à terra donde saíste? 6. Respondeu-lhe Abraão: Guarda-te de fazeres tornar para lá meu filho. 7. O Eterno, D-us do céu, que me tirou da casa de meu pai e da terra da minha parentela, e que me falou, e que me jurou, dizendo: À tua o semente darei esta terra; ele enviará o seu anjo diante de si, para que tomes de lá mulher para meu filho. 8. Se a mulher, porém, não quiser seguir-te, serás livre deste meu juramento; somente não farás meu filho tornar para lá. 9. Então pôs o servo a sua mão debaixo da coxa de Abraão seu senhor, e jurou-lhe sobre este negócio. (O 3° é chamado)
10. Tomou, pois, o servo dez dos camelos do seu senhor, porquanto todos os bens de seu senhor estavam em sua mão; e, partindo, foi para a Mesopotâmia, à cidade de Naor. 11. Fez ajoelhar os camelos fora da cidade, junto ao poço de água, pela tarde, à hora em que as mulheres saíam a tirar água. 12. E disse: Ó Eterno, D-us de meu senhor Abraão, dá-me hoje, peço-te, bom êxito, e usa de benevolência para com o meu senhor Abraão. 13. Eis que eu estou em pé junto à fonte, e as filhas dos homens desta cidade vêm saindo para tirar água; 14. faze, pois, que a donzela a quem eu disser: Abaixa o teu cântaro, peço-te, para que eu beba; e ela responder: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; seja aquela que designaste para o teu servo Izaque. Assim conhecerei que usaste de benevolência para com o meu senhor. 15. Antes que ele acabasse de falar, eis que Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o ombro. 16. A donzela era muito formosa à vista, virgem, a quem varão não havia conhecido; ela desceu à fonte, encheu o seu cântaro e subiu. 17. Então o servo correu-lhe ao encontro, e disse: Deixa-me beber, peço-te, um pouco de água do teu cântaro. 18. Respondeu ela: Bebe, meu senhor. Então com presteza abaixou o seu cântaro sobre a mão e deu-lhe de beber. 19. E quando acabou de lhe dar de beber, disse: Tirarei também água para os teus camelos, até que acabem de beber. 20. Também com presteza despejou o seu cântaro no bebedouro e, correndo outra vez ao poço, tirou água para todos os camelos dele. 21. E o homem a contemplava atentamente, em silêncio, para saber se o Eterno havia tornado próspera a sua jornada, ou não. 22. Depois que os camelos acabaram de beber, tomou o homem um pendente de ouro, de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as mãos dela, do peso de dez siclos de ouro; 23. e perguntou: De quem és filha? Dize-mo, peço-te. Há lugar em casa de teu pai para nós pousarmos? 24. Ela lhe respondeu: Eu sou filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu a Naor. 25. Disse-lhe mais: Temos palha e forragem bastante, e lugar para pousar. 26. Então inclinou-se o homem e adorou ao Eterno; (O 4° é chamado)
27. e disse: Bendito seja o Eterno D-us de meu senhor Abraão, que não retirou do meu senhor a sua benevolência e a sua verdade; quanto a mim, o Eterno me guiou no caminho à casa dos irmãos de meu senhor. 28. A donzela correu, e relatou estas coisas aos da casa de sua mãe. 29. Ora, Rebeca tinha um irmão, cujo nome era Labão, o qual saiu correndo ao encontro daquele homem até a fonte; 30. porquanto tinha visto o pendente, e as pulseiras sobre as mãos de sua irmã, e ouvido as palavras de sua irmã Rebeca, que dizia: Assim me falou aquele homem; e foi ter com o homem, que estava em pé junto aos camelos ao lado da fonte. 31. E disse: Entra, bendito do Eterno; por que estás aqui fora? pois eu já preparei a casa, e lugar para os camelos. 32. Então veio o homem à casa, e desarreou os camelos; deram palha e forragem para os camelos e água para lavar os pés dele e dos homens que estavam com ele. 33. Depois puseram comida diante dele. Ele, porém, disse: Não comerei, até que tenha exposto a minha incumbência. Respondeu-lhe Labão: Fala. 34. Então disse: Eu sou o servo de Abraão. 35. O Eterno tem abençoado muito ao meu senhor, o qual se tem engrandecido; deu-lhe rebanhos e gado, prata e ouro, escravos e escravas, camelos e jumentos. 36. E Sara, a mulher do meu senhor, mesmo depois, de velha deu um filho a meu senhor; e o pai lhe deu todos os seus bens. 37. Ora, o meu senhor me fez jurar, dizendo: Não tomarás mulher para meu filho das filhas dos cananeus, em cuja terra habito; 38. irás, porém, à casa de meu pai, e à minha parentela, e tomarás mulher para meu filho. 39. Então respondi ao meu senhor: Porventura não me seguirá a mulher. 40. Ao que ele me disse: O Eterno, em cuja presença tenho andado, enviará o seu anjo contigo, e prosperará o teu caminho; e da minha parentela e da casa de meu pai tomarás mulher para meu filho; 41. então serás livre do meu juramento, quando chegares à minha parentela; e se não te derem, livre serás do meu juramento. 42. E hoje cheguei à fonte, e disse: Eterno, D-us de meu senhor Abraão, se é que agora prosperas o meu caminho, o qual venho seguindo, 43. eis que estou junto à fonte; faze, pois, que a donzela que sair para tirar água, a quem eu disser: Dá-me, peço-te, de beber um pouco de água do teu cântaro, 44. e ela me responder: Bebe tu, e também tirarei água para os teus camelos; seja a mulher que o Eterno designou para o filho de meu senhor. 45. Ora, antes que eu acabasse de falar no meu coração, eis que Rebeca saía com o seu cântaro sobre o ombro, desceu à fonte e tirou água; e eu lhe disse: Dá-me de beber, peço-te. 46. E ela, com presteza, abaixou o seu cântaro do ombro, e disse: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; assim bebi, e ela deu também de beber aos camelos. 47. Então lhe perguntei: De quem és filha? E ela disse: Filha de Betuel, filho de Naor, que Milca lhe deu. Então eu lhe pus o pendente no nariz e as pulseiras sobre as mãos; 48. e, inclinando-me, adorei e bendisse ao Eterno, D-us do meu senhor Abraão, que me havia conduzido pelo caminho direito para tomar para seu filho a filha do irmão do meu senhor. 49. Agora, pois, se vós haveis de usar de benevolência e de verdade para com o meu senhor, declarai-mo; e se não, também mo declarai, para que eu vá ou para a direita ou para a esquerda. 50. Então responderam Labão e Betuel: Do Eterno procede este negócio; nós não podemos falar-te mal ou bem. 51. Eis que Rebeca está diante de ti, toma-a e vai-te; seja ela a mulher do filho de teu senhor, como tem dito o Eterno. 52. Quando o servo de Abraão ouviu as palavras deles, prostrou-se em terra diante do Eterno: (O 5° é chamado)
53. e tirou o servo jóias de prata, e jóias de ouro, e vestidos, e deu-os a Rebeca; também deu coisas preciosas a seu irmão e a sua mãe. 54. Então comeram e beberam, ele e os homens que com ele estavam, e passaram a noite. Quando se levantaram de manhã, disse o servo: Deixai-me ir a meu senhor. 55. Disseram o irmão e a mãe da donzela: Fique ela conosco alguns dias, pelo menos dez dias; e depois irá. 56. Ele, porém, lhes respondeu: Não me detenhas, visto que o Eterno me tem prosperado o caminho; deixai-me partir, para que eu volte a meu senhor. 57. Disseram-lhe: chamaremos a donzela, e perguntaremos a ela mesma. 58. Chamaram, pois, a Rebeca, e lhe perguntaram: Irás tu com este homem; Respondeu ela: Irei. 59. Então despediram a Rebeca, sua irmã, e à sua ama e ao servo de Abraão e a seus homens; 60. e abençoaram a Rebeca, e disseram-lhe: Irmã nossa, sê tu a mãe de milhares de miríades, e possua a tua descendência a porta de seus aborrecedores! 61. Assim Rebeca se levantou com as suas moças e, montando nos camelos, seguiram o homem; e o servo, tomando a Rebeca, partiu. 62. Ora, Izaque tinha vindo do caminho de Beer-Laai-Rói; pois habitava na terra do Negebe. 63. Saíra Izaque ao campo à tarde, para meditar; e levantando os olhos, viu, e eis que vinham camelos. 64. Rebeca também levantou os olhos e, vendo a Izaque, saltou do camelo 65. e perguntou ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? respondeu o servo: É meu senhor. Então ela tomou o véu e se cobriu. 66. Depois o servo contou a Izaque tudo o que fizera. 67. Izaque, pois, trouxe Rebeca para a tenda de Sara, sua mãe; tomou-a e ela lhe foi por mulher; e ele a amou. Assim Izaque foi consolado depois da morte de sua mãe. (O 6° é chamado)
25
1. Ora, Abraão tomou outra mulher, que se chamava Quetura. 2. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. 3. Jocsã gerou a Seba e Dedã. Os filhos de Dedã foram Assurim, Letusim e Leumim. 4. Os filhos de Midiã foram Efá, Efer, Hanoque, Abidá e Eldá; todos estes foram filhos de Quetura. 5. Abraão, porém, deu tudo quanto possuía a Izaque; 6. no entanto aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu ele dádivas; e, ainda em vida, os separou de seu filho Izaque, enviando-os ao Oriente, para a terra oriental. 7. Estes, pois, são os dias dos anos da vida de Abraão, que ele viveu: cento e setenta e, cinco anos. 8. E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e cheio de dias; e foi congregado ao seu povo. 9. Então Izaque e Ismael, seus filhos, o sepultaram na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, que estava em frente de Manre, 10. o campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali foi sepultado Abraão, e Sara, sua mulher. 11. Depois da morte de Abraão, D-us abençoou a Izaque, seu filho; e habitava Izaque junto a Beer-Laai-Rói. (O 7° é chamado)
12. Estas são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que Agar, a egípcia, serva de Sara, lhe deu; 13. e estes são os nomes dos filhos de Ismael pela sua ordem, segundo as suas gerações: o primogênito de Ismael era Nebaiote, depois Quedar, Abdeel, Mibsão, 14. Misma, Dumá, Massá, 15. Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá. (Maftir) 16. Estes são os filhos de Ismael, e estes são os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus acampamentos: doze príncipes segundo as suas tribos. 17. E estes são os anos da vida de Ismael, cento e trinta e sete anos; e ele expirou e, morrendo, foi congregado ao seu povo. 18. Eles então habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do Egito, como quem vai em direção da Assíria; assim Ismael se estabeleceu diante da face de todos os seus irmãos.
3° Reflexão
Chayé Sarah é uma parashah que tem um marco importante até aos dias atuais para Israel, pois o fato de Abraão ter comprado um campo para sepultar sua amada, era mais uma demonstração de fé, ou seja, ele realmente acreditava que aquela terra seria dos seus descentes conforme promessa Divina. Caso Abraão tivesse levado o corpo de Sara para sepultar em Hur, seria uma prova que não estava dando crédito às promessas do Eterno.
No capítulo seguinte, temos outro ponto importante, Abraão busca encontrar uma esposa para Izaque. E lendo o pereq (capítulo) 24, entendemos com clareza vários pontos que envolvem um nisuin (casamento) quais sejam: escolha mútua dos noivos, bênção dos pais, a caminhada a dois na nova vida. Vemos claramente que Izaque sofria com a morte de sua mãe, a presença da esposa curou a dor. A escolha correta da noiva também é outro fato importante e conforme lemos é claro que tudo foi dirigido pela mão do Eterno. Como seria diferente hoje o mundo, se ainda confiássemos inteiramente em D-us ao tomarmos decisões.
O nisuin quando bem “trabalhado” estanca chagas na nossa vida, trás felicidade não só para o casal, mas para toda a comunidade e especialmente quando o novo casal se une com o consentimento dos pais, e em especial sob a bênção de D-us.
Entendo que o consentimento dos pais é importante pelo fato de que houve um acerto de decisão de forma bilateral, e assim sendo os pais de cada cônjuge concorda que realmente o outro cônjuge tem uma vida em ordem com princípio ético, morai e religioso. Digamos, os pais vêem que há um perfeito alinhamento no novo casal.
Pode até parecer um tanto estranho numa parashah abordar um tema neste enfoque, mas devemos lembrar que não foi em vão que a Sociologia definiu a família como sendo a célula mater da sociedade, ou seja, a família é a mãe da sociedade. Logo, se a mãe é doente, os filhos também o serão. Por outro lado se a mãe goza de perfeita saúde, os filhos serão saudáveis. Isto é claro, todos entendem. Mas o que vemos hoje? Grande parte das famílias deixou de ser um lar, transformaram-se em pensão, avançaram para hotel e hoje como vive? Eu entendo que grande maioria destas famílias hoje vive em forma de motel. Será que estou errado? Pensemos e analisemos com muita seriedade na presença do Eterno.
Acredito que a sociedade atual inverteu os valores, quando um filho(a) chega em casa e apresenta o namorado(a), os pais sabem perfeitamente que estão sendo apresentados ao amante (uso este termo para não usar um termo mais forte, mas plenamente cabível neste caso) do filho(a). Se ocorrer uma gravidez, como os futuros pais ainda estão sem um suporte econômico, então os pais assumem o sustento, mas não é isto que a Torah determina. Ela determina o respeito mútuo enquanto não houver um compromisso formal dentro dos ditames legais, ainda a Torah é clara que no casamento o homem deixa seu pai e sua mãe e une-se a sua mulher. O deixar é completo, deixa a dependência econômica, social e emocional. Há uma ruptura plena, pois de um destes segmentos prender um dos noivos a sua família, o casamento sucumbirá.
Não é sem razão que existe uma pergunta sobre a semelhança entre o casamento e submarino. A resposta é: Os dois foram feitos para afundar. Acharam graça? Devem sim é chorar!
Vejam a que ponto chega uma instituição dada por D-us sendo alvo e uma blasfêmia. Será que dá para entender o real significado do casamento para que não afunde? Que assim possa ser.
Há um texto no Livro de Provérbios do Rei Salomão, pereq 22:6 que nos diz: Ensina o menino no caminho em que deve andar e quando adulto não se desviará dele. O que há de mais correto para este texto? Se realmente você foi educado de certa maneira, ficou marcado ao longo dos anos. Se você é pai, procura ensinar a teu filho o que a Torah determina, para que quando ele for maduro possa agradecer a D-us, o pai e mãe que o ensinou a amar a D-us, honrá-Lo e Adorar somente ao nosso Único e Eterno D-us.
Shabat Shalom!
Moshe ben Mazal







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