Como entender os atentados suicidas

O Corão chama de Asfala Safilin ao mais baixo dos mais baixos. Alguns filósofos árabes sustentam que essa situação acontece quando predomina um dos três “centros de energias” que o ser humano possui. O Nafs, é o Eu Egoísta ou concupisciente. O Qald, o coração ou Eu Inteligente e, o Ruh, o Eu Espiritual ou intuitivo. No Eu Egoísta se situam a cobiça, impulso fundamental para obter o que satisfaz; a agressividade ou disposição para atacar e, inclusive, destruir para conseguir algo, incluindo a crueldade e falta de remorso ao ferir ou matar, a astúcia, o uso de subterfúgios e enganos; a defesa ou determinação de preservar a qualquer preço o que se considera próprio, e a pertinência ao clã da natureza limitada e excluente que justifica o ódio.

O sentimento que predomina na Palestina é o ódio. Um ódio profundo inculcado nos últimos cinquenta anos desde a escola, nos meios de comunicação e nas prédicas dos imans, que não aprova a ocupação dos israelense, como se estes fossem, simplesmente, seres estranhos na terra do Islam. Nos último dois meses, um hadit, lei oral atribuída a Maomé, que chama para matar aos judeus, foi transmitida três vezes.

 
Extraído de um artigo de Luis Ignacio PARADA – Fonte ABC – Espanha.

Até aqui, parte do artigo publicado na edição on-line do períodico ABC, da Espanha.
Agora, uma breve reflexão:
Não é de estranhar, então, que uma geração inteira, a qual cresce na sombra de semelhantes “lavagens cerebrais”, veja estes sangrentos e injustificados atentados deum maneira natural e, inclusive óbvia.

A paz futura deve se basear na tolerância e no entendimento mútuo. O ódio injetado em mentes jovens por frustrados e obsessivos dirigentes palestinos provoca, precisamente, o efeito contrário.

Extraído de Aurora en Israel


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